Redes de Tristezas Sociais

image

A vida nunca foi perfeita pra ninguém, sabemos disso, mas aí foi inventada a internet, e isso não era um problema, estava tudo bem, até que então popularizaram a internet e tudo desandou.
Antes da popularização da internet, as pessoas sofriam, mas sofriam por reais motivos, e lidar com os variados tipos de sofrimentos era bem mais fácil antes dessa popularização.
Hoje em dia é bem diferente, tem a internet disponível 24 horas por dia pra esfregar na sua cara que as coisas não são bem do jeito que você pensa.
Pensem comigo:
Antes se uma mulher olhava no espelho e se achava gorda, ela ficava pra baixo e com raiva de si mesmo, e era isso.
Hoje em dia, se uma mulher se acha gorda quando se olha no espelho, ela fica pra baixo e com raiva de si mesma, e enquanto está comendo sua salada ou andando na sua esteira, ela confere o feed do Facebook e Instagram, e então vê fotos de todas as suas amigas, e até algumas inimigas, lindas, gostosas, populares, e o pior, magras, e então ela sofre, mas sofre muito.
Antigamente se uma pessoa terminava seu relacionamento, ela chorava em casa, escutando músicas românticas, e era isso.
Hoje em dia se uma pessoa termina seu relacionamento, acontece a mesma coisa, mas além disso têm as Redes Sociais, onde o ex ou a ex, fica postando fotos onde está rindo e se divertindo, sempre em boa companhia, sempre muito feliz, enquanto a pessoa chora. Aí ela sofre, mas sofre um bocado.
Antigamente se uma pessoa achava que sua vida estava ruim e parada, que não estava conseguindo progredir espiritual, material ou profissionalmente, ela ficava mal, desanimada, e descontente.
Hoje em dia, se a pessoa se sente da mesma maneira, pelos mesmos motivos, ela ainda tem que lidar com fotos nas redes sociais de seus amigos, colegas e adversários exibindo seu sucesso, esfregando em sua cara o quanto conseguiram conquistar e o quanto estão felizes, e então ela sofre, mas sofre pra caramba.
Antigamente se uma pessoa achava que estava trabalhando demais e não estava tendo vida social, tempo para sua família e para seus amigos, que precisava de umas boas férias, ela ficava irritada, cansada, pra baixo e revoltada pelo fato de não estar conseguindo tantos frutos, mesmo plantando tanto.
Hoje em dia se uma pessoa se sente da mesma maneira e pelas mesmas razões, ela ainda tem que ver nas redes sociais as fotos de seus parentes e amigos, tiradas em viagens feitas em lugares lindos, postagens sobre suas conquistas obtidas com o trabalho. A pessoa lê imaginando o porquê de essas pessoas estarem postando tais coisas justamente agora que ela está tão revoltada com a vida, parece até que sabem, e fazem isso de propósito. E então ela sofre, mas sofre demais.
Sabe o que é pior?
É que às vezes essas pessoas estão na mesma situação.
Sabe as inimigas lindas, gostosas e magras do Instagram? Então, pode ser Photoshop, pode ser o ângulo em que a foto foi tirada, sem contar os filtros que também ajudam bastante.
Sabe o ex ou a ex que está se divertindo nas fotos da balada? Por dentro essa pessoa está um caco, teve que quase ser arrastada de dentro do quarto para sair, e quando fica em casa, também fica stalkeando o(a) ex.
Sabe aquelas pessoas felizes nas redes sociais? Bem, pode ser, e eu realmente acredito que, elas são aquelas que além de vestir um sorriso que esconde muita coisa durante o dia, elas também fazem isso nas redes sociais. Cá entre nós, eu já fiz isso e você também já fez.
Sabe aquelas pessoas que exibem suas conquistas e sucessos? Pode ser que essas conquistas e sucessos  estejam parceladas em um longo e grosso carnê de financiamento.
Sabe aquelas pessoas com vida social que postam fotos de viagens feitas em lugares lindos? A viagem pode ter sido a bastante tempo, ou então o lugar lindo nem é tão longe assim que não dê pra ir e voltar num mesmo domingo.
Sabe o que é pior ainda do que isso?
É que a gente faz exatamente a mesma coisa, posta tudo que dá à entender pra quem vê e lê que, estamos passando por um momento exatamente oposto a realidade que estamos vivendo, então nem podemos julgar ninguém.
A internet por um lado é boa, quando a gente vê as pessoas felizes, se divertindo e conquistando seus objetivos, queremos ser iguais, queremos nos divertir, queremos sorrir e conquistar, e a invejinha boa que sentimos quando a gente vê essas postagens, nos dá um certo gás pra lutar por isso.
Mas a internet também é ruim, porque às vezes ela cataliza o sofrimento, porque a gente pensa que as coisas estão ruins pra todo mundo, mas aí nas redes sociais descobrimos que só estão ruins pra gente mesmo, que somos os únicos no fundo do poço.
Então fica a dica aí, não navegue pelas redes sociais quando você estiver na merda, porque será como dar uma descarga.

_

Gill Nascimento

(mais…)

Anúncios

GReader Pró

E aí pessoal, tudo bem com vocês?
Então, hoje resolvi fazer um artigo diferente aqui no Blog. Não sou muito de postar dicas de aplicativos, e na verdade está sendo a primeira vez, mas abri essa exceção porque essa dica é muito útil para nós Blogueiros.
Hoje em dia os celulares, como estamos cansados de saber e ler a respeito, está se tornando mais do que essencial, substituindo em muitos casos até mesmo um computador.
Eu, por exemplo, invisto muito em aplicativos, e uso também aplicativos particulares corporativos, pois preciso estar sempre conectado com meu trabalho, e em muitas questões, meu celular é até mais útil que meu notebook.
Então hoje estou aqui pra indicar para vocês o GReader Pró, um leitor de feeds perfeito.
Eu tenho em meu celular o aplicativo do WordPress, mas em alguns casos ele meio que nos deixa na mão, como no caso do leitor de feeds dele que só serve para os sites hospedados na comunidade. E em alguns casos, como o do Blog Reflexões e Angústias da querida amiga Silvia Souza, que adquiriu domínio e host próprio, mas permaneceu no WordPress, seu posts aparecem no leitor, mas não conseguimos curtir ou comentar diretamente, temos que abrir no navegador nativo do aplicativo, que aliás é muito lento e pesado, ou então abrirmos no navegador do celular, tendo que fazer o login novamente.
É nesse momento em que entra o GReader Pró. Ele é um leitor de feeds potente e leve, com navegador nativo rápido, e ainda conta, é claro, com notificação das novas postagens dos sites que você acompanha.

Na imagem abaixo vocês podem ver como fica o último artigo do site Etílicos no formato mobile condensado oferecido pelo aplicativo, que torna ainda mais leve o carregamento da página.

_

_

image

_

_

Já na próxima imagem, a página está carregada no formato mobile original oferecido pelos outros navegadores, ainda assim sem perder a rapidez ao carregar.

_

_

image

_

_

Na imagem à seguir, vocês vão ter a visão da tela inicial, que lista os sites que você adicionou no leitor e que indica quantos artigos você ainda não conferiu.

_

_

image

_

_

Já na imagem abaixo, você pode conferir como fica a página de artigos listados e dos sites que você acompanha, nesse caso estou mostrando o feed dos artigos do Blog Charme-se da querida Simone Benvindo.

_

_

image

_

_

Eu uso atualmente a plataforma Android, mas o GReader Pró também está disponível para IOS e Windows Phone, no Android o custo dele é  de R$12,64, mas também existe a versão gratuita, mas eu prefiro a versão paga pra não ter que lidar com anúncios.

_

_

image

_

_

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado da minha dica, e me digam aí se me saí bem nesse tipo de artigo, porque posso estar adicionando uma categoria de artigos desse tipo se quiserem.
E eu reforço, super indico o GReader Pró, porque vale a pena a gente acompanhar aquilo que nos interessa, mesmo quando não temos um computador por perto.

Fiquem com Deus!

Abraços!

Gill Nascimento

Remédio caseiro…


(mais…)

Vivendo um filme…

image

Você já parou pra pensar que o futuro, que era ficção nos filmes de antigamente, já chegou? Ao menos grandes partes.
Quem aqui, como eu, tem idade o suficiente para ter assistido em 1989 o filme “De volta para o futuro II”, e ficou na época apaixonado pela possibilidade do desenvolvimento tecnológico alcançar tais patamares, então lembrou muito bem disso recentemente, quando a Lexus apresentou ao mundo seu Skate flutuante.
O Lexus Hoverboard usa a levitação magnética para se deslocar sem atrito com o piso. Supercondutores resfriados por hidrogênio líquido combinados com imãs permitiram tal feito.
Eu fico pensando até onde essa história vai, o que mais que vimos em filmes vai se tornar realidade? Porque dá um pouco de medo. Quem aqui lembra do filme “A.I. Inteligência Artificial” com Haley Joel e Jude Law, ou “Eu Robô” com Will Smith? Ou mesmo o recém lançado “Exterminador do Futuro”, vai entender a parte do medo que estou mencionando.
Por mim podem lançar Skates, carros e trens magnéticos, podem lançar identidades eletrônicas por meio de chipes implantados em nosso corpo, vou adorar se inventarem o transporte eletrônico de matéria, vou amar se arrumarem um jeito de colonizarmos outros planetas, mas pelo amor de Deus Pai, robôs com cérebros capazes de aprender e de se adaptarem, não.
Pra tudo nesse mundo tem limites, e acho que a inteligência artificial deveria estar fora dos limites, afinal, acho que ninguém quer viver em uma “Matrix”.
Agora já está na hora de os cientistas acharem maneiras de prolongar a vida humana, mas nada do tipo como no filme “O Preço do Amanhã” com Justin Timberlake, em que literalmente o tempo é dinheiro, tremo só de pensar nessa possibilidade.
Seria bem legal viver até os 500 anos, e ter 30 anos de idade durante pelo menos uns 40 anos.
Mas já que estou citando tantos filmes, volto ao “Matrix”, aquilo de aprender as coisas via cabo USB é bem interessante. Quero ser cobaia quando inventarem uma maneira de passar experiências e ensinamentos por meio de um cabo de dados ligado à um computador.
Lembro que no ano passado fui numa feira tecnológica e que quase surtei com um capacete de realidade virtual. Na hora lembrei do filme “O Demolidor” com Sylvester Stallone, e com isso me veio outro temor, o de que virtualizem o sexo, pelo amor de Deus, isso não, tudo menos isso.
Tem gente lendo e pensando que eu deveria estar me preocupando com o fato de as máquinas estarem tomando os empregos dos humanos. Gente, isso acontece desde que eu me conheço por gente. Na verdade eu me preocupo sim, mas enquanto a criatividade for uma exclusividade humana, não corremos tantos riscos!

Abaixo um vídeo oficial do Lexus Hoverboard em ação!

Sobre o fanatismo…

Se tem uma coisa que as Redes Sociais me ensinaram, é que lá aprendi sobre quais tipos de pessoas que não quero ter por perto fora dos limites da Internet.
Quem me segue no Twitter sabe que tenho um bom número de seguidores, isso deveria em si ser legal, mas muitas vezes não é, principalmente porque tudo que você escreve sempre é contestado, é aí que entra o que eu disse antes, tenho aprendido que tipo de pessoas quero ter distância.
Eu naquela Rede Social sou a estampa do que sou na vida real, uma pessoa animada e piadista, e por fazer piada demais, dependendo do assunto sempre me deparo com críticas e repreensões de pessoas fanáticas.
Eu, particularmente, odeio fanatismo. Quer defender seus ideais? Ótimo. Quer mostrar seu ponto de vista? Maravilhoso. Quer mostrar sua paixão por algo? Acho justo. Mas não precisa arrumar briga com todo mundo que tem um conceito diferente do seu, nem achar que o mundo inteiro está errado e que só você está certo(a).
Uma das bases do ato VIVER, na minha opinião, é a conquista, claro que vem sempre seguida de uma luta, de uma batalha. Se você tem um ideal muito forte que não te abandona sequer um segundo do seu dia, faça as pessoas simpatizarem por ele, conquiste o interesse e a curiosidade delas, ao invés de fazê-las sentir asco, porque cá entre nós, vivemos num mundo generalizador, a maioria das pessoas acha que se uma pessoa, que defende uma causa é, todas as outras que têm o mesmo conceito, também são, então pra quê ser uma pessoa chata e irritante que tenta enfiar à força seus conceitos na mente das pessoas?
Pessoas de direita, pessoas de esquerda, religiosos fervorosos, feministas seccionais, torcedores fanáticos, moralistas, naturalistas, entre muitos outros, quando leio sobre os conceitos de cada causa, sempre vejo algo interessante em cada uma, mas quando me deparo com os fanáticos por qualquer delas que seja, tudo aquilo que é válido e interessante de repente se torna irritante junto com a pessoa. O que quero dizer é que essas pessoas não percebem que seu fanatismo faz justamente o contrário daquilo que deveria fazer, ao invés de atrair pessoas para a causa, às afasta.
Eu gostaria de saber o que passa na cabeça de cada uma dessas pessoas fanáticas, sinceramente. De onde será que saiu tanta paixão por algo? Ou será que sou eu que não me interesso, verdadeiramente, por nada?
Na verdade eu tenho minhas causas e meus interesses, e também os defendo sempre que preciso, mas só quando é preciso, só quando as ofensas e menosprezos àquilo que acredito me encontram, ou são direcionadas à mim, que eu discuto, mas sempre de maneira sadia, sem desmerecer a opinião de quem não acredita.
Fanáticos dirão: “Ah Gill Nascimento, mas com toda essa sua calma você nunca fará alguém acreditar nas mesmas coisas que você!”. Pode até ser que isso seja verdade, mas também não farei ninguém odiá-las.
Apesar de como comecei esse artigo, tenho que confessar que tenho amigos e amigas que se encaixam perfeitamente em tudo que citei até agora, e como vou compartilhar o link desse artigo por meio de tweet, pode ser que venham a ler tudo isso e se indentificarão na hora, até porque eu mesmo já disse à esses amigos que eles são chatos, que só sabem falar de um assunto e que são péssimas companhias quando começam a falar de tal, então comigo eles nunca nem tentam, mas são meus amigos e minha sinceridade é aceitas por eles, que não é o que acontece com fanáticos desconhecidos.
O que eu quero com esse texto? Nem eu mesmo sei. Talvez eu me torne um fanático defendendo a causa de que todos os fanáticos sejam chatos. Talvez eu entre nas Redes Sociais com intuito de causar discórdia brigando com quem tem pensamentos diferentes dos meus, e defenda minhas ideias de maneira ofensiva. Talvez eu me torne uma péssima companhia que sóbrio ou bêbado não consiga falar demais nada que não seja isso.
Não, só queria desabafar meu descontentamento mesmo.

Abraços!

Gill Nascimento