Papo de Bar; Assunto: Festa da Firma!

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Olá pessoal! Como vai vocês?
Hoje é segunda feira, dia semanal da minha ressaca, e dia semanal do Papo de Bar, mas isso a maioria de vocês já sabem né?
Na quinta feira alguns colegas de trabalho e eu nos reunimos para tomar umas e muitas, e resolvemos falar de um assunto comum a todos nós. A famosa festa da firma.
Se tem numa coisa que me anima quando final do ano vem chegando, é a confraternização da empresa.
Não existe nada mais divertido que a tal da festa da firma.
Tem quem odeie, mas tem quem goste, e ainda tem aqueles que gostam muito, como eu por exemplo.
Quem gosta sempre tem um motivo próprio e especial pra gostar. Como um colega que disse que adora a festa de confraternização, porquê ele se livra de possíveis processos de assédio sexual, e as solteiras sérias da empresa enchem a cara e ficam todas soltinhas, e até mesmo sem pudores. Ele adora isso.
Já eu tenho um motivo bem diferente dos meus normais momentos de diversão. A festa da firma é a única na qual vou e não bebo, ou até bebo, mas apenas socialmente, bem socialmente.
Festa da firma é aquela em que o divertido é ficar sóbrio e ver todo mundo pagar mico, e garantir um portfólio de piadas para os primeiros meses do ano seguinte.
A nossa festa foi no último dia 14. Pensa numa decepção, quando o grande manda-chuva chegou, meu patrão, e disse que não ia beber.
O que eu como um bom, exemplar e mal intencionado funcionário fiz?
Tratei de pedir para a mulher mais bonita da empresa oferecer bebidas para ele. Nunca falha.
Os chefes nessas festas, são os primeiros que devem se embriagar, e nem é pelo meu sórdido, mas muito válido motivo de arrecadação de micos alheios, mas sim porquê eles precisam estar completamente alheios aos comentários dos funcionários bêbados que, em algum momento da festa, sempre falam demais, e o que não devem.
E como em toda festa boa que se preze, tem seus personagens.
Sabe, aquele bêbado que tira a camisa e começa a rodar acima da cabeça, se achando sexy dançando em cima de uma mesa?
Aqueles que a gente sempre torce pra cair enquanto estamos gravando um vídeo no celular pra mandar, quem sabe, para as vídeos cassetadas do Faustão.
Sempre tem também aquela colega de trabalho metida, que se acha a última bolacha do pacote, que acaba bebendo um pouco demais, e o colega que ela mais esnoba acaba se aproveitando da situação.
Tem também o colega puxa saco, aquele que não fala com ninguém durante o expediente, e só menciona os nomes dos colegas na hora de contar nossos podres para o chefe.
Temos o nosso na Produtora, um colega foi obrigado a batizar as batidas fraquinhas dele com vodka, para que ele ficasse “no clima”. De repente o cara mais chato da empresa se tornou o mais legal e divertido. Compartilhou suas histórias, seus descontentamentos com a empresa, e até falou mal do patrão, aquele que ele tanto idolatra.
Se ele não esquecer, aposto que pensará duas vezes antes de falar mal de alguém para o chefe.
Gosto tanto de uma confraternização empresarial, que mesmo a nossa tendo sido numa segunda, e eu tendo que ir gravar na terça no interior de São Paulo, me diverti como se tivesse sido num sábado, e fui um dos últimos a sair.

E vocês, curtem esse tipo de festa? Já aprontaram alguma numa festa da firma?
Compartilha aí com a gente nos comentários. Quem sabe eu não copie algumas ideias para usar na festa do próximo ano, não é mesmo?

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Gill Nascimento

Papo de Bar; Assunto: Coisas que devem ficar em 2015!

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Olá pessoal! Como vai vocês?
Mas uma semana que se inicia, e com ela mais um Papo de Bar aqui no Blog. Dessa vez e mais uma vez, meus colegas de produtora e eu fomos no Gato Gordo, no Centro do Taboão da Serra. Eu amo esse barzinho.
Quando vem chegando o fim de ano todo mundo começa a falar as coisas boas que deseja para o próximo ano.
Nosso Papo de Bar, foi baseado nisso, mas meio que o inverso, ao invés de falarmos sobre as coisas boas que queremos para 2016, falamos sobre as coisas ruins de 2015 que não queremos para o ano que está chegando.
Então sem muitas delongas, irei começar:
Até agora não falei de política aqui, e não gostaria de falar, mas como foi meio unânime a concordância na nossa mesa, então preciso citar o que um amigo disse que não quer para 2015: DILMA e CUNHA.
Eu comentaria nossa opinião sobre o assunto, mas como disse, não gosto de comentar política, mencionei nossas opiniões, mas ao se aprofundar, poderia estar incomodando quem tem uma opinião contrária, e eu respeito todas as opiniões, e aí sim estaria causando o efeito que eu não gostaria de causar num post abordando o assunto.
Outro amigo citou algo que infelizmente teve muito destaque nesse ano, e que esperamos do fundo do coração, que não nos siga até o próximo: O RACISMO.
Triste ver que em um país onde a diversidade cultural é tão rica, onde encontramos várias nacionalidades, todas as cores e crenças, tal coisa ainda possa existir. Ao invés de estarmos progredindo culturalmente, estamos regredindo, se tem uma coisa que precisa ficar no passado é qualquer tipo de intolerância.
Outro amigo também citou algo que infelizmente esteve muito presente nesse ano, e que seria ótimo que ficasse por aqui, e não nos acompanhasse até o ano que está vindo: A VIOLÊNCIA.
A violência não esteve presente apenas nos bairros mais pobres e tidos como mais violentos, a violência se destacou em todos os lugares, nas favelas, nas áreas nobres, nas manifestações, nas ações de alguns policiais, e até mesmo dentro dos lares, nos ambientes que deveriam ser familiares.
E infelizmente não adianta, quando as coisas vão mal onde a administração se inicia, é óbvio que também irá mal em seus departamentos. O problema é muito maior, mas se Deus quiser, as coisas irão melhorar.
Eu, por minha vez, citei que algo que esteve presente nesse ano de 2015, e que não gostaria de ver em 2016, é o DESCASO NA EDUCAÇÃO.
Muitas escolas públicas, devido as greves, somado todas as aulas que foram ministradas no ano, tiveram pouco mais de 2 bimestres de aula, e o pior é que isso não tem sido muito comentado, na grande São Paulo os adolescentes mal estudaram. E nenhuma medida está sendo tomada. Nem preciso citar o que isso afeta no nosso futuro, as pessoas que deveriam estar tomando providências sobre isso, vivem falando sobre essas consequências. Uma administração de muitas palavras e poucos atos.
E claro, algo que também foi unânime na mesa, e com certeza também será entre vocês leitores, esteve mais que presente na vida de todo brasileiro nesse ano e que deveria esquecer de trocar de calendário: A INFLAÇÃO.
O custo de vida subiu tanto, ao ponto de a renda dos brasileiros não conseguir acompanhar, acho que está mais do que na hora de um pouco de tranquilidade em nossos bolsos, ao invés de ficarmos precisando apertar os cintos.
E pra fechar, como não mencionar a palavra mais presente nesse país nesse ano? Nada de CORRUPÇÃO em 2016, pelo amor de Deus Pai.
O combate e as investigações contra a corrupção devem continuar, aumentar e se intensificar muito, todos nós precisamos sentir que alguma coisa realmente está sendo feita, que todo aquele lixo espalhado em Brasília e também nos governos de Cidades e Estados, está sendo recolhido, mesmo que devagar, mas precisamos sentir que essa sujeira está sendo limpa.

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Pessoal, citamos muito mais coisas, é óbvio, mas essas foram de longe as mais discutidas, mas adoraríamos ler as sugestões de vocês nos comentários. O que vocês gostariam de ver ficar em 2015 e não ir pra 2016?

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Gill Nascimento

Final de ano sem clichês…

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Final de ano está batendo a nossa porta, e com ele os clichês.
Um dos maiores clichês está na boca do povo. Algumas pessoas nem te dão bom dia e já perguntam: Vai passar o Reveillon aonde?
Gostaria de saber o motivo de tanta curiosidade.
Um dia desses uma vizinha, que adora cuidar da minha vida, me fez essa pergunta, e para o azar dela eu não estava tendo um dia muito bom, a resposta foi a mesma pergunta, e quando ela disse onde passaria, eu respondi: Pois é, não passarei lá!
E fui embora.
Não tenho paciência pra clichês, desde que me conheço por gente.
Os clichês continuam nas amizades, que além de fazer a pergunta que já citei, sempre tentam organizar uma galera para ir passar a virada na praia.
Por que eu em total controle de minhas faculdades mentais faria algo como ir para o litoral no final do ano?
Praias lotadas, estradas lotadas, barulho, escassez de paz e, o pior de tudo, gente bêbada, e ainda pior, mais bêbadas do que eu, isso eu não admito.
Sou um amante da tranquilidade, e litorais nessa época não condizem com tal preferência.
Sempre tem também aquela tia chata, de nariz empinado, que passa o ano inteiro esnobando a maioria dos parentes e falando mal deles, e que no final do ano quer dar uma festa de arromba e chamar todo mundo, inclusive os familiares dos quais fala mal.
Final de ano, época em que a falsidade aflora, e até sai pelos poros de algumas pessoas.
Como na hora da contagem regressiva, em que todo mundo sai abraçando todo mundo. Eu como já citei aqui, tenho um respeito muito grande pelo ato de abraçar, então não faço esse tipo de coisa.
É chato quando o relógio bate apontando meia noite e um novo ano, e ao invés de ir abraçar as pessoas que amo, fico fugindo daquelas as quais não quero ser obrigado a ter que dar um abraço falso.
Final de ano pra mim tem que ser algo meio que simbólico.
Certa vez passei a virada sozinho com minha namorada, num quarto de hotel de estilo vitoriano numa cidadezinha turística do interior de Santa Catarina.
Fogos de artifícios, eram poucos e isolados, o som mais escutado era das vozes das pessoas se desejando um feliz ano novo, pessoas que na sua maioria nem se conheciam, alguns, mais alterados etílicamente, saíam gritando na rua e desejando feliz ano novo a quem escutasse.
Eu adorei aquilo sabe, eu me senti muito mais confortável naquela situação, do que em qualquer outra que já vivi numa mesma época, você sentia que a vibe em volta era legal.
Depois que as coisas se acalmaram, peguei o celular e liguei pras pessoas importantes em minha vida e desejei um feliz ano novo para elas, com calma, de coração, e com sentimentos verdadeiros, e recebi o mesmo em troca, e me senti abraçado, como se estivesse lá.
Onde está o lado simbólico nisso?
Bem, se ao começar o ano se sentindo em paz não há simbologia nisso, então não sei o que há.
Uma vez comentei sobre isso com um amigo, e ele disse que é bom passar com todo mundo, porque é bom perdoar antes de começar um novo ano.
Sério isso? As pessoas precisam que um ano acabe pra perdoar umas as outras?
Sinceramente, não vejo a lógica nisso. Perdoar é algo divino, e deve ser praticado todos os dias, e não numa data e numa hora determinadas.
E se você aí disser no comentário que magicamente suas mágoas somem sempre que chega o dia 31 de Dezembro quando o relógio aponta 23h59min, me desculpe, mas não irei acreditar.
Perdoar eu perdoo, e não preciso que o final do ano chegue para que isso aconteça. Agora esquecer, isso é diferente, afinal, não é porque perdoamos que significa que precisamos trazer a pessoa de volta para nossa vida, e para dentro do nosso abraço.
Então bora abandonar os clichês e fazer o seguinte, vamos começar 2016 sendo verdadeiros, principalmente com nós mesmos.
Isso já pode ser considerado um início de ano com uma pequena parcela de paz interior.

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Gill Nascimento

Fim de ano no condomínio

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Esse mês fiz um artigo enaltecendo o mês de Outubro por ser o mês da expectativa, onde esperamos por muita coisa inclusive o Natal e Reveillon. Faz duas semana que tenho me alimentado de Panetone, só como comida saudável quando como na casa das minhas tias.
Apesar que nunca ouvi nenhum especialista dizer que Panetone não é saudável, então prefiro acreditar que é.
Mas nem é sobre isso que quero falar. Nessa semana minha vizinha teve a capacidade e o descabimento de me ligar pra me convidar a entrar no grupo da vaquinha do condomínio pra fazer uma festa de confraternização.
Como se todo mundo naquele prédio não se odiasse o ano inteiro. Eu não odeio ninguém, mas falo mal de todos os meus vizinhos no Twitter, eles já são até famosos por lá.
Final de ano é assim, quando o relógio marca 23 horas, 59 minutos e 50 segundos, todo mundo começa a contagem regressiva pra estampar sorrisos em seus rostos e soltar frases de felicitações previamente ensaiadas. Durante no máximo 1 hora todo mundo se ama e todo mundo é de bem com a vida.
Dia 2 Janeiro tudo volta ao normal e todo amor acaba, as mesmas pessoas que estavam se amando se encontram no elevador e nem se olham.
Além de me convidar pra uma festa totalmente falsa, ainda tenho que colaborar, vê se pode uma coisa dessas.
Perguntei pra minha vizinha o que eles pretendiam comprar pra essa confraternização com o dinheiro da vaquinha, de cara ela já disse que com parte do dinheiro iriam pagar o aluguel do salão de festas do condomínio.
Nesses termos me recuso a aceitar a entrada da síndica nessa festa, o nível do amor se nota quando pra uma festa do condomínio um espaço comum não é cedido sem custos.
Ela disse também que o dinheiro serviria para comprar as bebidas para a festa
Eu conheço o gosto etílico dos meus vizinhos, e dispenso.
Além disso serviria para comprar carne e os fogos de artifício para queima na virada.
Acho que nunca mencionei isso aqui, mas eu odeio fogos de artifício, eu fico surdo, minha filha se assusta, e quando enfim o barulho pára, os cachorros assustados começam a latir.
Fico imaginando o que os cachorros ficam latindo após uma queima de fogos, tipo o de uma vizinha grita “que porra foi isso meu irmão?”, o da outra responde “sei não brother, mas acho que foi tiroteio!”, aí um terceiro entra na conversa e grita “caramba, e eu pensei que tinha dado sorte com uma dona de classe média alta!”, e então o restante entra em desespero.
Odeio demais fogos de artifício.
Quando uma galera se reúne e faz uma vaquinha para uma festa, a única coisa que eu nunca me preocupo é com o churrasco, porque tem que ser muito imbecil pra conseguir errar na hora de comprar carne e linguiça pra churrasco, não tem truque.
Festa organizada por várias pessoas é uma merda. Você pode ter certeza de algumas coisas numa festa assim, três delas é que, com certeza terá pessoas que você odeia, a trilha sonora não irá te agradar, e a bebida sempre fica por conta de quem não entende de bebida.
Por mim final de ano só teria Peru, Pernil e Panetone. Nada de confraternização nem reunião de família, muito menos confraternização de condomínio.
Apesar que seria dureza abrir mão de uma festa familiar e com isso abrir mãos de cenas clássicas. Como aquela tia que sempre aparece dançando bêbada como se não tivesse ninguém ali vendo ela, ou as crianças arrancando dinheiro dos adultos bêbados pra comprar estalinho.
Mas voltando, eu disse pra minha vizinha que não iria participar dessa festa, pois não poderia estar presente no dia em questão.
Foi aí que ela disse que ainda nem tinha dito o dia que seria.

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Gill Nascimento

Outubro, mês das expectativas!

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Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Chegou Outubro gente. Outubro é o mês que a gente começa  se dar conta de que o ano está acabando.
Outubro é mágico.
Outubro começa a pintar os primeiros panetones nos super mercados. Eu sou apaixonado por panetones. Eu esqueço do mundo quando tenho um panetone na minha frente.
E vocês sabem, panetone é como ovo de Páscoa, na hora a gente já lembra do feriado referente, mas no caso do panetone a gente já lembra de dois feriados, do Natal e do Ano Novo.
Com minha mãe acontece algo interessante, não sei se acontece o mesmo com a mãe de vocês, ou até mesmo com você aí querida leitora. Mas chega Outubro, pintam os primeiros panetones, e automaticamente soa um alarme na mente da minha mãe e ela já começa a pesquisar as receitas que fará no fim de ano. Porque é aquela guerra familiar, sempre tem duas ou três mulheres de uma mesma família que resolve fazer algo e convidar os parentes, então da início a competição pra ver qual ceia será mais popular. E minha mãe sempre está nessa disputa.
O engraçado é que sempre tem aquelas comidas que nunca podem faltar, e somente esses pratos já seriam suficientes para uma ceia. Mas não, tem que ter algo mais que o peru, o chester, a farofa incrementada, o pernil, o arroz com passas, o churrasco na laje e a salada de maionese.
Outubro é o mês que todo mundo começa endoidar um pouco mais.
Com Outubro vem os planos para as parcelas do décimo terceiro. Tem época mais indecisa que essa no ano?
Você quer comprar isso, quer comprar aquilo, quer melhorar aquilo outro, mas no final, sempre acaba ficando pra pagar as dívidas acumuladas desde Janeiro.
Outra coisa que se dá início em Outubro quando pintam os primeiros panetones nas prateleiras dos super mercados, são as promessas para o ano seguinte. Aquelas promessas que a gente faz na virada e que nunca cumprimos. É em Outubro que a gente já começa a pensar nelas.
Eu tenho uma tia que faz a mesma promessa na virada há 15 anos.
Todo reveillon ela promete que vai começar um regime, que vai começar a malhar, todo final de ano ela arranca dinheiro do meu tio e compra um aparelho de ginástica diferente. Desde que ela começou com isso a única coisa que eu vi acontecer foi ela engordar e vender os aparelhos na OLX.
Tem quem em Outubro já comece a preparar as luzes natalinas. Eu acho lindas as decorações de Natal.
No Natal.
Tipo, começando uma semana antes e acabando uma semana depois.
Mas não, tem gente que só espera passar o Dia das Crianças pra já começar a enfeitar a casa, afinal, não tem mais nenhum feriado importante entre o dia 12 de Outubro e 25 de Dezembro mesmo. Não custa nada já entrar no clima.
Lembro do Natal na minha infância, quando eu quebrava o cofrinho e saia comprando cartões de Natal pra toda a minha família. Eu mandava cartões de Natal pelo correio para os meus parentes distantes. Porque quase ninguém faz mais isso hoje em dia?
Outubro também é a época em que os colegas de trabalho já começam a pensar e planejar a festa de reveillon da empresa. A famosa festa da firma. Tem coisa mais legal que isso? Ver aquelas pessoas que passam o ano inteiro com cara de quem comeu e não gostou, soltando a franga na festa. Isso não tem preço.
Outubro é o mês mais bacana do ano por isso, por ser o mês das expectativas e não da realidade.
Ou será que só no meu mundinho que Outubro é assim?

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Gill Nascimento